Estou de passagem neste mundo,

Mas deixo aqui o registro de minhas palavras.

Eu sou o peregrino do tempo.


segunda-feira, 18 de agosto de 2008


Espero que tenham gostado e conforme der, vou postando muitas outras fotos e vídeos da festa. Falta muita gente ainda para aparecer aqui.
Agradeço a todos que compareceram e aos que não compareceram, mas ainda assim mandaram boas vibrações!

domingo, 10 de agosto de 2008

sábado, 9 de agosto de 2008


Prezada Jack
(este post é uma alongada resposta à leitora Jack que comentou abaixo no post do dia 04 de agosto sobre Lygia Fagundes Telles)

Um amigo me disse que se não nos divertimos escrevendo, não escrevemos bem. Eu me diverti demais escrevendo o Clube.

Consegue imaginar um rapaz de sobretudo com uma caderneta, um lápis e um mapa na mão, caminhando pelo bairro da Liberdade de madrugada?

Acho que é fácil visualizar. O rapaz era eu, o mapa era a da São Paulo antiga e eu ali investigava o lugar exato onde teria ficado a Chácara dos Ingleses, local em que Álvares de Azevedo morou há mais de 150 anos.

Para mim foi uma noite emocionante como outras que tive nessas mesmas madrugadas, em tantos outros lugares para compor com realismo o cenário e o mote do Clube dos Imortais. Essas e outras coisas fizeram do Clube, um evento especial em minha vida.

Quando passeava, não era raro me sentir solitário; e empolgado com um novo achado, faltava-me um Dr. Watson com quem pudesse debater meus achados e teorias. Faltava-me com quem dividir as belezas noturnas que desfilavam no meu caminho.

Não sabia, mas meus leitores estavam ali comigo porque dividiriam a paisagem que meus olhos depois desenhariam com letras no papel quieto. Silenciosos no começo, hoje, vocês leitores e leitoras falam para mim desses lugares e das personagens que pululavam na imaginação desde homem vagabundo que aqui escreve. Assim é emocionante saber que não estava sozinho.

Sobre a dona Lygia, acho que recebi um chamado telepático. Aqui e ali ela aparecia na minha frente e sussurrava meu nome. Nosso encontro foi conseqüência dessa sucessão do acaso. Eu postei a foto dia 4 e dia 6 eu vi nas bancas ela na capa da Veja São Paulo (revista anexa que vêm grátis na Veja). Ela mal sabe quem sou, mal nos conhecemos. Mas nossas curtas conversas me iluminam porque, no âmbito das casualidades, suas palavras se casavam perfeitamente como exata resposta às dúvidas que me assombravam nos dias que antecedem aos raros encontros. Como um guru ela diz e cabe a mim encontrar o significado de suas palavras. É por isso que ela é tão importante para mim, à parte, claro, de sua iluminada literatura. A literatura daquela que é considerada (conforme lemos reafirmado essa semana na Veja) a maior escritora brasileira viva.

Parabéns a Carlos Graieb pela sensível matéria sobre a dona Lygia; e a Daniel Nunes, a quem tive a honra de conhecer ali na Academia, pela igual eloqüência das palavras com as quais nos aproxima da tão misteriosa e trancada sala dos imortais paulistanos. Reforçando as palavras do Dr. Renato Nalini sobre as intenções de vários integrantes de descerrar suas portas, ao menos, aos escritores da nova geração e entusiastas da literatura que, como esses nobres senhores, pretendem resguardar a memória e a integridade da nossa literatura.

Agradeço de coração a todos vocês especiais leitoras e leitores que me escrevem e divulgam meu trabalho.

Carinhosamente,
Kizzy Ysatis

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

LYGIA FAGUNDES TELLES & KIZZY YSATIS (um fã)
Ah, Lygia

Deseje-me sorte. Eu que tive a honra histórica de sentar-me poucas vezes consigo na mesa restrita aos imortais, peço-lhe: deseje-me sorte. Eu, seu leitor fugidio, que consigo assim me embriaguei, não da amigável cerveja da qual me gabo termos compartilhado mas da sua grandeza, das suas memórias, dos seus ensinamentos. E eu assim pasmo e em silêncio, fui me escancarando em pueris sorrisos de ingênuo plebeu que só ouvia e ouvia, encantado ao ser bem recebido e apreciado com a nobre benevolência da rainha. Ah, Lygia Fagundes Telles, o que nos espera o amanhã? Além da morte, cuja marca sabe-se em si notória e não nos engana nem amedronta; e do esquecimento, cujo odor também não tememos, mas sim a poeira que assola o saber da nação que ameaça soçobrar em mar inculto.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008



NOVO LIVRO DE KIZZY YSATIS
SERÁ LANÇADO NA BIENAL*

Entre passagens belas e apavorantes, o escritor de capa, cartola e dentes pontudos, autor de Clube dos Imortais (1º livro sobre vampiros premiado no Brasil) aposta nas bruxas e na dualidade da alma feminina.

DIÁRIO DA SIBILA RUBRA – O Retorno das Bruxas, é a história de uma antiga ordem de bruxas profetisas que chegaram ao Brasil com os imigrantes da Ilha da Madeira e que povoaram a Ilha de Santa Catarina, famosa pela alcunha de Ilha das Bruxas. O romance é narrado por Elaine, uma jovem sibila. O livro não é uma continuação de Clube dos Imortais, mas um derivado. Em destaque descobrimos como ocorreu o primeiro encontro de Elaine com o sádico e charmoso vampiro Luar e, consecutivamente, o encontro de Luar com o Fausto, o lobisomem adolescente que trabalha como guardião do vampiro. Assim, os três protagonistas formam um machadiano triangulo amoroso que pode não terminar bem. Recheado de reviravoltas e surpresas, o clima é de ação crescente; com atenção voltada para a trama fragmentada e na construção das personagens. O livro também reflete sobre a violência feminina (tema real) e os sacrifícios feitos em nome do amor (sem pieguice). Enriquecido com poesias e dados históricos, o livro ensina ao mesmo tempo em que entretém.

DIÁRIO DA SIBILA RUBRA tem 265 páginas, formato 16x23 e é mais um lançamento da NOVO SÉCULO EDITORA.

LANÇAMENTO:
SÁBADO, 16 DE AGOSTO ÀS 14h
20ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO 2008
NO ESTANDE DA NOVO SÉCULO EDITORA (avenida 5 com rua F)
PARQUE DE EXPOSIÇÕES ANHEMBI
Av. Olavo Fontoura 1.209 – Ônibus gratuito na estação Tietê do metrô

EVENTO IMPERDÍVEL!
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*ESTA SINOPSE PARA IMPRENSA FOI DESENVOLVIDA PELA ASSESSORIA DA EDITORA

quarta-feira, 30 de julho de 2008

AOS MEUS QUERIDOS AMIGOS E LEITORES

Eis neste post o convite do lançamento de meu segundo romance: DIÁRIO DA SIBILA RUBRA – O Retorno das Bruxas. Como poucos sabem, desde a época da Faculdade, onde fazia editoração, eu recebi o “chamado das palavras” e desde então tenho colocado em prática esse sonho que é um aprendizado diário e quase uma utopia: num país de poucos leitores, escrever é guerra contra a história.

Nesses últimos seis anos aventurei-me numa verdadeira jornada de instrução, pesquisa e introspecção, já que o oficio do escritor, como dizia Balzac, é árduo e solitário. Acreditem, estou feliz com meu caminho e não me vejo fazendo outra coisa. Em 2006 lancei o primeiro romance (Clube dos Imortais) e minha dedicação em reinventar o conhecido-desconhecido deu certo. Valeu-me um prêmio e o reconhecimento dos leitores. Agora, permeio o universo das Bruxas ao mesmo tempo em que faço um ensaio sobre a alma feminina e a dualidade do ser. Reescrevi o livro várias vezes até que ficasse harmônico tanto para mim quanto para os poucos artistas e técnicos severos que acompanharam o processo de criação. Fiquei muito satisfeito com o resultado. Consegui chegar além do que alcancei com o Clube dos Imortais.

Acredito em Da Vinci que dizia algo parecido com o que aqui reescrevo com minhas próprias palavras: “O trabalho que leva tempo para concluir, sobrevive à morte de seu criador.” Hoje dedico a vida a esse propósito. Não estou aqui para posar de escritor, simplesmente levo muito a sério o belo ofício.

Está chegando o grande dia e convido todos vocês a dividirem esse momento de alegria e glória comigo, garanto que não sairão perdendo. Vamos prestigiar a Bienal, lá eu marcarei presença e conto com o prestígio dos amigos e leitores. Sem vocês a festa não será completa. Aproveitando, tomo liberdade de pedir para que ajudem com a divulgação. Aqueles que quiserem colaborar, por favor, copiem a imagem maior do convite no template e convidem todos os seus amigos da lista de e-mail. E quem tiver blog, ficaria agradecido se postassem essa imagem juntamente com a sinopse. Não sou um escritor com recursos para bancar propaganda e minha editora faz o que pode, já que nem sou um autor muito conhecido, mas sei que o Clube dos Imortais tem chegado de conta-gotas de norte a sul do Brasil, pingando aqui e acolá através do boca-a-boca, ou seja, os que lêem emprestam ou recomendam o livro. Isso eu acho fantástico; e considero muito importante ver que meu trabalho, pouco a pouco, cumpre sua missão. Humildemente, agradeço de antemão a atenção e o apoio.

Estou de passagem neste mundo, mas abandono aqui o registro de minhas palavras.
Eu sou o peregrino do tempo.

Abraços cordiais
Kizzy Ysatis


PARA OS AMANTES DO SUSPENSE E DA LEITURA

LANÇAMENTO DO ROMANCE

DIÁRIO DA SIBILA RUBRA, O Retorno das Bruxas


SINOPSE:


AMOR, MORTE E MISTÉRIO NA ILHA DAS BRUXAS. Elaine é uma jovem sibila rubra que está aprendendo que para crescer é preciso pensar nas conseqüências antes de fazer as próprias escolhas. Ao mesmo tempo surge uma ameaça capaz de pôr fim a antiga Ordem a qual pertence. Apostando que assim garantirá a vitória, resolve se aliar a um mal ainda maior: o vampiro Luar

SÁBADO, DIA 16 DE AGOSTO ÀS 14 H

NA BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO 2008

NO ESTANDE DA NOVO SÉCULO EDITORA

PARQUE DE EXPOSIÇÕES ANHEMBI

Av. Olavo Fontoura 1.209 – Ônibus gratuito na estação Tietê do metrô

segunda-feira, 28 de julho de 2008

clique na imagem para ampliar

DIÁRIO DA SIBILA RUBRA - O Retorno das Bruxas
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Versão final da capa!

terça-feira, 15 de julho de 2008


TROCA DE E-MAILS COM UMA LEITORA


Olá, Kizzy! Tolamente, eu espero que essa mensagem não se perca em sua caixa de entrada de e-mail. Talvez existam dezenas, ou centenas de mensagens iguais ou melhores que essa que eu escrevo, mas, mesmo assim, há em mim uma pequena esperança de que a leia. De que dê a ela apenas um pouco de sua atenção.


Não faz nem quinze minutos que acabei de ler a última página do Clube dos Imortais. Assim que o vi, na livraria, me interessei. Não apenas por se tratar de vampiros, tema que exerce profundo fascínio sobre mim, mas por ser de um escritor brasileiro. Mais acostumada às obras vampirescas de Anne Rice, encenadas em distantes Europas, fiquei feliz ao poder ler algo mais próximo da minha realidade e, ainda sim, tão palpável.


É claro que por gostar do gênero, já experimentara antes obras do André Vianco. Mas devo admitir que não me cativaram como eu gostaria. Não como na sua obra. Talvez porque em seus escritos poéticos, Kizzy - se é que me permite chamá-lo dessa forma -, os vampiros não sejam apenas inimigos, ou mesmo monstros. Não, a monstruosidade é apenas uma faceta de seu caráter, e acabamos nos apaixonando também por sua minguante humanidade, tão mais sensível, tão mais profana, tão mais autêntica.


Outro fato que me pegou desprevenida e me fez amar o livro desde o começo foi a profusão de poesias e trechos belos, trágicos e, por vezes, mórbidos. E a constante presença de meu poeta preferido, Álvares de Azevedo! A citação de "Meu Sonho", que adoro entoar de cor pelos cantos, foi um júbilo para mim. Mesmo porque, nos modestos textos que escrevo em meu computador, já usara esse mesmo e maravilhoso poema em um conto sobre vampiros. Para mim, ele soa como o próprio hino da espécie, sua essência, por assim dizer. O delírio fatal, não é mesmo?


Realmente, fui cativada pela saga de Luar, o pobre e torturado Raul, que às vezes me fazia odiá-lo - principalmente através das recordações de Patrícia -, outras me obrigava a amá-lo, como se eu, assim como Luciano, também fosse embargada por seus discursos eloqüentes, sua retórica deliciosa e seu fascínio imortal. A cena onde ele dançou no Madame Satã pareceu ganhar vida em minha mente.


E cada um dos personagens ganhou vida através de suas palavras. Luciano e seu ceticismo apaixonado, lutando contra uma devoção pelo vampiro ainda mais forte. Cláudio, que me surpreendeu, tornando-se no fim, ao menos em minha imaginação, onde a história nunca termina, um legítimo caçador. Marta, que revelou-se muito mais do que se podia esperar, uma sibila rubra. Montserrat, que deu continuidade ao eterno ciclo profano da vida e da morte. Fausto, que me fez sorrir a cada vez que surgia, com ares de velho em seu corpo tão jovem, e maneiras tão finas, requintadas, fiel até o final. Patrícia, que revelou-se uma mulher, sibila e vampira tão ou mais forte que o próprio Luar.


Creio que, para o poeta, a maior satisfação, deve ser saber que aquela parte de si que foi traduzida em tinta sobre o papel alcança o patamar da imortalidade. Sim, pois, um livro pode ser queimado, esquecido ou simplesmente perder-se nas espessas brumas do tempo. Mas uma história que algum dia emocionou aquele que a leu ou a ouviu, alcança a proeza de viver para sempre. Diferente para cada um que a conheceu, mas eterna em sua essência. Para um poeta a vida nunca termina de fato. Essa é a verdadeira natureza de um poeta, creio. Imortal e viva em cada um dos que se alimentaram de sua arte, um pedaço de sua própria alma.


Foi um prazer ler o seu livro. E é ainda mais prazeroso poder expressar meus sentimentos sobre a obra dessa forma. Eu não espero uma resposta, porque o fascínio genuíno por um bom livro, ou por qualquer outra coisa na vida, é dessa forma. Verdadeiro, até simplório. Quase platônico. Simplesmente está feliz por poder expressar-se, sem esperar nada em troca. Apenas ficaria contente se lesse esse meu e-mail, sabendo que gostei muito do seu trabalho.


Adoraria ver mais livros como O Clube dos Imortais nas livrarias. E acho que o prêmio que ganhou foi mesmo muito bem merecido. Uma história bela, poética, tão bem estruturada, sustentada por apenas uma cruel e bela máxima: "O amor está acima do bem e do mal". E, de fato, o amor está lá presente em cada ato. De forma egoísta, como o amor por si mesmo que Selton sentia; ou de forma trágica, como o amor intenso de Raul por Álvares e, posteriormente, Luciano. No amor de Marta, profundo e fraternal; de Cláudio, vingativo e sem temores; de Patrícia, doloroso e contraditório; de Fausto, fiel e solitário.


Você escreve muitíssimo bem e, certamente, assim como A Fazenda Blackwood, de Anne Rice, o Clube dos Imortais vai também influenciar meus próprios contos vampirescos, embalados, como eu já comentara anteriormente, pelo ultra-romantismo de Álvares de Azevedo, e por todas as crônicas de vida, morte, amor e sangue que eu já tive chance de experimentar nos meus dezessete anos, seja em minha vida ou na ficção.


Tudo o que eu posso fazer, então, é agradecer. Obrigada!


Sinceramente,


Fiat Noctum. (Meu próprio e jovem pseudônimo, advindo do amor ao latim).

..........

Caríssima

Quase, em detrimento ao seu rogo, quase eu apaguei seu e-mail sem ler. O título estava claro para não ser percebido e não recebo centenas de e-mails de leitores como imaginou; eles pingam aqui e ali semanalmente na minha caixa de correio ora rasos, ora profundos (como o seu) e todos eles me estragam com críticas elogiosas que me põe a perigo de me achar bom o suficiente.

Acredite, nunca, nunca se está bom o suficiente (esse pensamento é encorajador e nos salva do ego mentiroso que, se não for domado, assassina o talentoso); e por fim creio que nem todos que lêem se prontificam a escrever.

O fato é que seu e-mail estava enturmado com uns spans que apago num tiroteio de clicar sem ver.

Alegra-me tê-lo visto a tempo porque me emocionei ao lê-lo. Não há júbilo maior para o artista que o reconhecimento do público; e melhor quando este triunfa em se expressar de forma tão bem articulada quanto você fez. Seu e-mail é uma das cartas mais apaixonadas que recebi sobre o Clube dos Imortais, a nova quimera dos vampiros e no final espantou-me por descobrir que você, com apenas 17 anos, escreve tão bem. Há futuro para o Brasil. Por esses motivos todos é que peço sua permissão para publicá-lo em meu blog, mas asseguro-lhe que seu endereço eletrônico será resguardado.

Obrigado!

Abraços cordiais,

Kizzy Ysatis

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Olá mais uma vez!

Bem, primeiro perdoe-me pela extensa demora por essa resposta. Minha justificativa é simplesmente a imprevisibilidade das máquinas: Meu computador quebrou um dia depois de ter-lhe enviado aquele primeiro e-mail. Mas eu jamais deixaria de responder, de qualquer forma!

Você não tem idéia o quanto eu fiquei feliz ao ver sua resposta! Eu, de fato, não esperava por uma, apenas torcia silenciosamente para que você tivesse recebido meus elogios (que são muito merecidos, não importa o que diga).

Eu adoraria ver meu e-mail em seu blog! Seria, de verdade, uma honra! Muito obrigada pelo que disse, fiquei realmente muito feliz de ler. Poderia me passar o endereço de seu blog? Eu vou visitá-lo sempre que puder!!

Mais uma vez muitíssimo obrigada!! Fiquei exultante ao ler sua mensagem! É muito bom saber que grandes autores estão mais próximos do que se pensa, não em algum imaginário distante. É bom saber que são pessoas de carne e osso com as quais podemos conversar, mesmo que por alguns instantes apenas. De certa forma, é encorajador. Inspirador. E por isso eu agradeço muito!

Fiat Noctum.

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Fiat Noctum.


Agradeço mais uma vez pelo carinho. Nossa conversa foi publicada. O endereço do meu blog é:

www.kizzyysatis.blogspot.com

Apareça sempre que quiser e por favor nos deixe um comentário sempre que puder.

Abraços cordiais
Kizzy Ysatis