
Vi um olho no pôr-do-sol.
O olho me disse que Maria viria da feira trazendo o peixe.
Din-dong! Tocou a campainha, era meu avô falecido.
Corre, meu neto!
Corri mas o assassino me pegou na esquina.
Me solta! Gritei.
Minha filha corria perigo.
Meus vizinhos... A rua inteira... Ninguém ajudava.
Queriam saber o desfecho.
O tempo urgia.
E Maria ainda não tinha chegado com o peixe.
Queriam minha filha.
Escute! Se tocar nela, se cair um fio de cabelo, uma gota de sangue...
Você despertará um mal adormecido.
Todos os cães uivarão.
As aves cairão mortas.
E uma tempestade de três dias encherá as ruas de morte.
Ele tremeu e partiu amedrontado.
Cansei daquela rua, na mesma hora fiz as malas e me mandei.
Maria jantou o peixe na companhia do olho do pôr-do-sol e meu avô falecido.
Mas nenhum vizinho foi convidado.
O olho me disse que Maria viria da feira trazendo o peixe.
Din-dong! Tocou a campainha, era meu avô falecido.
Corre, meu neto!
Corri mas o assassino me pegou na esquina.
Me solta! Gritei.
Minha filha corria perigo.
Meus vizinhos... A rua inteira... Ninguém ajudava.
Queriam saber o desfecho.
O tempo urgia.
E Maria ainda não tinha chegado com o peixe.
Queriam minha filha.
Escute! Se tocar nela, se cair um fio de cabelo, uma gota de sangue...
Você despertará um mal adormecido.
Todos os cães uivarão.
As aves cairão mortas.
E uma tempestade de três dias encherá as ruas de morte.
Ele tremeu e partiu amedrontado.
Cansei daquela rua, na mesma hora fiz as malas e me mandei.
Maria jantou o peixe na companhia do olho do pôr-do-sol e meu avô falecido.
Mas nenhum vizinho foi convidado.
Maria e o peixe
Kizzy Ysatis
Escritores de Segunda 01/12/2008








