Estou de passagem neste mundo,
Mas deixo aqui o registro de minhas palavras.
Eu sou o peregrino do tempo.
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
Perdoem a falta de tempo deste pobre escritor que dedica seu tempo para dar-lhes uma nova obra. Nem sempre dá para responder a todos. Vou ficar devendo a continuação do Clube. Ele é um livro único, mas que deixa margem à seqüência – claro. Esta seqüência virá na hora certa, contudo não é minha prioridade agora.
Existem outros personagens obscuros que assombram minha imaginação e imploram para que suas histórias sejam contadas. A fila é grande, mas garanto que, aqueles que amam o Vampiro Luar, irão se apaixonar por cada um deles.
Abraços cordiais,
Kizzy ysatiS
domingo, 14 de janeiro de 2007
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

No camarim com o amigo Mestre do Terror e LizVamp uma vampira mais que especial que mora no meu coração.
Vampiros no cinema nacional. Utopia ou uma realidade que se aproxima?
EXTRA!!! NOVIDADE PARA QUEM QUER FAZER CINEMA. CURSO DE CINEMA E VÍDEO. DURANTE O ANO LETIVO OS ALUNOS PARTICIPARÃO DO LONGA-METRAGEM DE LIZVAMP. AULAS COM ALGUNS DOS MELHORES PROFISSIONAIS ATUANTES, ENTRE ELES O CIENASTA JOSÉ MOJICA MARINS (ZÉ DO CAIXÃO). VAGAS LIMITADAS, MATRÍCULAS ABERTAS. INFO. 3251-3222 / 3253-1554
Mensagem de fim de ano do Kizzy
Que os raios do desejo e da força de vontade se envolvam, únicos, a fazer o fazer acontecer, de modo que a colheita seja proveitosa e a alma se jubile disso.
Esses são os votos sinceros do amigo Kizzy Ysatis - Dez de 2006
Dos vampiros aos menssageiros...
sábado, 23 de dezembro de 2006

Kizzy ysatiS na Casa das Rosas (foto by Rodrigo Pinkovai)
O relato da Sibila acerca dos vampiros (trecho cortesia)
“Uma entidade viva na fronteira do além, alguém que já havia morrido no século XIX, uma criatura amaldiçoada, um chupador de sangue. Alguém que dura para sempre porque foi proibido de morrer e de viver; de entrar no céu, no inferno ou de ser um mero fantasma. Um monte de carne enfeitiçada guiada por um espírito corrompido, amargurado que não se conformou com a derrota.
“É isso que o vampiro é. Uma falsa tentativa de uma segunda chance, uma fraude, uma mentira ambulante e condenada. Alguém que caiu na própria armadilha e afundou num abismo sem volta, num buraco eterno, uma prisão, porque optou por impulso no ímpeto da dor suprema e da máxima vergonha. Não me cabe julgá-los, mas se assim fosse, não os culparia.
"Penaliza-me saber que ao vampiro não existe redenção. Estão fadados à eternidade sem-fim, até que tal fato não lhes pareça mais uma boa idéia. Se, da imortalidade, farão algo bom ou ruim, não importa. O tempo infinito é tudo que lhe resta se for um vampiro. É capaz de imaginar maior tortura?”
C L U B E D O S I M O RT A I S, A Nova Quimera dos Vampiros – págs 204/ 205.
segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

O cemitério da consolação
O que há de tão mórbido
Na fria beleza de São Paulo?
O cinza do céu e do concreto
Um futuro incerto
Na Consolação existe um cemitério
Que não consola os anjos que lá choram
Não há nefasto mistério
Os sonhos permanecem, mas alguns se foram.
Imagens vivas em concreto imóvel
Contemplam almas que daqui partiram
Segredos guardam sobre a outra vida
Por entre sombras que nunca se viram
São Paulo traz em si o movimento
De cada ser que possa abrigar
São Paulo tem guardada em cada pedra
Uma ruína sempre a renovar
Beleza opaca tem o cemitério
Vastas fortalezas de silêncio império
Em cada rosto que por lá se esconde
A triste ânsia de buscar o etéreo
Alguns por lá foram esquecidos
Outros constantemente visitados
Noturnos de preto vestidos
Poemas de poetas calados
É lá que todas as diferenças somem
É lá que a vida cumpre o seu destino
É onde muito velho morre homem
Qu’é pr’um dia renascer menino
Simplicidade, luxo, pedra, mármore
Sempre saudade no Consolação
Talvez na morte se conheça a vida
Talvez São Paulo tenha um coração
Que não consola os anjos que lá choram
Mas que nos ensina uma lição
E desejamos aos que já se foram
Que na morte encontrem libertação
O que há de tão mórbido
Na fria beleza de São Paulo?
Gente morta que nunca viveu
Gente viva que já morreu
Kizzy Ysatis & Rafael Alfieri
São Paulo, 1999
sábado, 16 de dezembro de 2006

“Olha, gente.
“Eu conversei aqui com Kizzy Ysatis.
“O extraordinário é que esse rapaz, com de 29 anos, ele escreve um livro sobre um tema, que é um tema geralmente marginalizado apesar do Bram Stoker, de grandes escritores terem se dedicado a esse tipo de literatura como Edgar Allan Poe... Enfim, um mooooonte de escritores sempre foram fascinados por esse tema, e ele faz um livro da maior qualidade sobre esse tema, que é difícil. E ganha um prêmio importante (isso eu acho fantástico) que é o prêmio Rachel de Queiroz, do ano passado, pela União Brasileira de Escritores. CLUBE DOS IMORTAIS, A Nova Quimera dos Vampiros.
“Eu vou levar e começar a ler HOJE!”
Jô Soares
Programa exibido na noite de 14/12/06

Vampiro no Programa do Jô
Kizzy Ysatis, escritor especialista em vampiros é o primeiro escritor nacional a receber um prêmio de literatura com um romance de vampiros, o prêmio Rachel de Queiroz da UBE - União Brasileira de Escritores. Ysatis concedeu entrevista nesta quinta dia 14/12/06. Confira o vídeo com a segunda metade da entrevista no Youtube.


