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Misture em face dos sentimentos torpes
Silêncios que em noite queixosa resmungam
De fronte com a morte meus olhos vislumbram
Reflexo da face na foice
Nos olhos dela, os meus olhos
Nos olhos dele, o carvão
No espaço-tempo, as cinzas
No esquecimento
A ilusão
Silêncios que em noite queixosa resmungam
De fronte com a morte meus olhos vislumbram
Reflexo da face na foice
Nos olhos dela, os meus olhos
Nos olhos dele, o carvão
No espaço-tempo, as cinzas
No esquecimento
A ilusão
O Marquês de Ysatis,
10 de dezembro de 2007
2 comentários:
ARRASOU...
Obrigado.
É um dos versos capitulares do próximo romancE: DIÁRIO DA SIBILA RUBRA - O Retorno das Bruxas
Abraços cordiais,
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