Estou de passagem neste mundo,

Mas deixo aqui o registro de minhas palavras.

Eu sou o peregrino do tempo.


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Invictus

(William Ernest Henley)

Dentro da noite que me rodeia
Negra como um poço de lado a lado
Eu agradeço aos deuses que existem
Por minha alma indomável

Nas garras cruéis da circunstância
Eu não tremo ou me desespero
Sob os duros golpes da sorte
Minha cabaça sangra, mas não se curva

Além deste lugar de raiva e choro
Paira somente o horror da sombra
E ainda assim a ameaça do tempo
Vai me encontrar, e deve me achar, destemido

Não importa se o portão é estreito
Não importa o tamanho do castigo
Eu sou dono do meu destino
Eu sou capitão de minha alma

5 comentários:

Rose... disse...

Bom ver você postando, mesmo que o poema apesar de lindo, seja um pouco aflito e preocupante...

Um beijo soprado no sereno...

Kizzy Ysatis disse...

Rose

Tranquilize-se, eu estou bem. Coloquei este poema porque vi o filme e achei lindo.

Obrigado pela procupação.

Rose... disse...

ok...sorriso...

Um beijo soprado no sereno...

Evan disse...

Ficamos contentes em saber que vc está bem... senti sua falta,O filme realmente é um dos melhores lançamentos de 2009 se não me falha a memória.

Até breve.

Claudio Brites disse...

Amém.